domingo, 26 de junho de 2011

Crônica sobre o amor

Essa crônica eu dedico a minha amiga Vivian (alemôa), que tão modestamente elogia as minhas escrituras e diz palavras lindas sobre esses posts (mentindo é claro) só para me agradar (amigona ela é). E que insistiu tanto em que eu postasse uma de minhas obras íntimas que, depois de tanta insistência, acabou me convencendo. Pra você garota que me elogia mentirosamente. Sabes que tenho carinho por ti (isso é verdade).

Crônica sobre o amor.


Engraçado... Andei pensando no amor. E percebi que, diferente do que pensava antes, amor é muito difícil na prática. Como assim? Olha só. Percebi isso na morte do primo de uma amiga. Ficou mais difícil ainda de entender, né?
                Bom, eu pensei aos meus vinte e um anos, que era superior a morte porque amava e acreditava que amando nada me abalaria, nada me poderia atingir. Ah me enganei! Bom... Isso é verdade, mas não é bem assim. Quero dizer que quando se ama é fácil, difícil é amar na prática.
Tenho que começar essa historia explicando o que é amar. Amar não é só ajudar velhinhas a atravessar a rua, ajudar a carregar as compras de mulheres grávidas, dar o seu melhor cd pra um amigo, dividir o pouco que tem, passar por cima das adversidades e diferenças (tipo aceitar todo mundo independente de raça, religião ou tribo social). Enfim, e muito mais. Amar é bem mais importante que isso. É também compreender as pessoas ou pelo menos buscar compreender as pessoas. Amar é não se preocupar em saber se a pessoa amada vai devolver ou não o amor que você entregou a ela.
     Explicado, então vamos a crônica.
                Fui ao velório (ainda não tinha chegado o corpo). Quando cheguei, senti aquela sensação de dor, de que eu tinha sofrido um soco fulminante bem na boca do estômago. Senti o cheiro da dor, do arrependimento de não ter dito nada antes dele morrer, senti dores e mais dores, dores de todas as cores. E perdido nos devaneios das essências hipnotizantes da morte que nos rodeava rindo da nossa cara – está chegando o de vocês também – ela dizia com um tom sarcástico e intolerante aos que estavam ali, mas só eu ouvia. Eu percebi que não amava, que o amor é bem além do que eu enganosamente me subvertia porque percebi que não estava preparado para perder um ente, um amigo daqueles do peito. Vi-me naquele caixão, no lugar dele, arrependido de não ter amado mais, lia para mim mesmo a música epitáfio dos titãs. Devia ter feito tantas coisas, tinha tantos assuntos para resolver, tantas idéias ainda a serem arquitetadas, mas infelizmente era tarde de mais. Ah eu não amo, penso que amo, mas o amor é além do que eu imagino, nem a idéia que lhe tenho em mente chega perto do que ele é. É grande de mais para eu poder medir, imenso para eu poder imaginar.
                Depois daquele dia, todo o dia imagino Jesus, o rei, superior a todos os que pisaram na terra, amordaçado, sôfrego subindo aquele morro a caminho da morte. Um caminho sem saída, que levava a um só destino, com um só fim. Mas era Jesus, superior a qualquer homem, até mesmo que a morte... mesmo assim ele não se deixou levar pela sua própria capacidade de abrir um caminho no meio de um beco sem saída, de abrir um túnel num buraco sem fundo. Ele se deixou levar pelo amor, não pela recompensa do Pai, mas pelo amor. Morreu por todos. Levou tudo que nos aproximava da morte. Deu-nos a vida com sua morte para provar que o amor ainda existe nos corações dos homens.
                O amor é mais complicado do que se parece, pensamos que amamos às pessoas, mas muitas vezes negamos um pedido de ajuda "mudo".  vemos o olhar de alguém que precisa tanto da gente, mas tem vergonha de incomodar, se calam e de maneira cruel o negamos. A verdade é que fingimos não ver esse pedido calado, nos calamos em frente a oportunidade de salvar uma vida e resolvemos agir quando o caixão já está pronto pro velório. Mas ao mesmo tempo é simples como a brisa que sopra nos nossos rostos aliviando o calor, basta abrir o olhos para percebê-lo e parar tudo um pouquinho para senti-lo.
                Todos nós devemos amar. Não da forma como pensamos que é o amor, mas da forma que realmente ele é. Ele é somente um e tem só uma maneira de amar, as outras formas são utopias, lendas, nada mais do que disfarce, paixões difusas que nos fazem acreditar que é impossível amar.
                   O amor é possível sim!  Então, amemos!              
                   Mas como, se não conseguimos? Mesmo assim amemos. Somente amemos.







O PODER TRANSFORMADOR DO AMOR

Existem transformações, quando tudo começa no amor
Sentimento esse que não quer saber em vê, nem muito menos perder
Este sim, quer lutar por aquilo que se chama ideal
Que antes era chamado de sonho,
E que agora se transformara em concretização. 

Não sabemos explicar o motivo para tal poder
Talvez seja melhor olharmos no espelho e ver que somos a criação
Criação que nem para todos agrada
Mas para Alguém fazer com tão grandiosa perfeição
É evidente que foi feito com uma infinita afeição.  

Pelo amor, um pai foi capaz de dar seu único filho para morrer
Por um mundo que não foi capaz de reconhecer
Mas mesmo assim, tal filho não reclamou
Preferiu sua vida ceder
Para fazer com que nós um dia, pudéssemos viver. 

Tamanha é a força quando amamos não só a nossa própria vida
Mas quando a compartilhamos com o próximo
Um simples gesto de ajudar
Colabora para um gratificante sorriso dizer
O quanto é preciosa a vida quando temos alguém para agradecer. 

Não importa a descendência, cor, ou o que seja
O que é valioso, todos temos e aprendemos a cada segundo
Amar, o que ninguém pode comprar
Sendo feliz e encontrando ‘dádivas’ ao caminhar
Pessoas que para sempre iremos conosco levar.

Seja em qualquer momento de aflição
Não conseguimos nos sentir sozinhos,
Pois sentimos a presença de um amor onisciente, onipotente e onipresente:
O amor que transforma, o amor de DEUS!

Larissa Denucci

sexta-feira, 24 de junho de 2011

  peço perdão a todos os leitores que gostam de me ler e me acompanhar pelo tempo enorme que fiquei sem publicar nenhuma postagem. É que tive problemas com minha conta, entrou vírus no pc aqui e esse vírus deletava as publicações via e-mail (não me pergunte como). Mas.... cá estou de volta. (nota de esclarecimento).
 



    aqui não vou escrever estudos, ideias, pensamentos de efeitos ou qualquer coisa que edifique, pelo menos que edifique propositalmente, talvez indiretamente mas não com intenções semelhantes as das postagens anteriores. Vou aqui compartilhar com vocês uma passagem de vida minha. Então por favor, comentem, não porque eu peço, mas porque preciso da opinião de vocês ou mais ainda; de seus conselhos a me ajudar. Por favor.
   Sabemos que um dia que seja em nossas vidas, por mais que este momento imaginamos não chegar, o dia chave chega. Talvez pela comunhão com DEUS, pelo amor imenso que sentimos com qualquer pessoa, pela vida de felicidade e sem dificuldades temos e todos os dias agradecemos e somos felizes em ter JESUS em nossas vidas, porque ELE nos completa em tudo que é bom; não por tudo isso, mas um dia chega o dia da dúvida. Aí você pergunta para si mesmo: " sou realmente merecedor de tudo isso?" Claro que não! "Então por que tenho todas as gratificações se pelo mundo inteiro têm pessoas que não conhecem essa graça porque são obrigadas a aceitarem suas religiosidades culturais?" Tem tanta gente que não te conhece Senhor... E eu aqui cercado de meus problemas, meu ego egocêntrico, minhas virtudes que nada servem a não ser para crescer a mim mesmo. Ah SENHOR, sou rélis a ponto de merecer menos de TI do que a qualquer outra pessoa que exista nesse mundo de infinitas pessoas, não mereço mais do que qualquer um que pise nesse solo feito pelo teu amor SENHOR, por TI SENHOR. Essa dúvida é o TEU amor, não compreendo por mais que tente, não compreendo. Por que me acolhes? Me socorres? Por que TU te lembras de mim, se em tantos outros lugares há gente carente do teu amor, da tua graça, que merecem a TI mais do que a mim? Não te mereço, não mereço nem beijar tuas pisaduras, os teus rastros, nem ao menos curvar-me se ser pisado por TI. És grande, és poderoso, eu sei, mas o que mereço de TI? Sou pecador, fraco, és infinito em relação a mim e a tudo que faço, tudo que sou, eu e minhas atitudes que te desanimam, que a cada dia fazem mais ainda que o SENHOR se desanime de mim. Não sou nada além de cinzas ao vento e sem destino voam sem sentido procurando o que não dá para procurar porque só TU SENHOR tens do que preciso, mas não mereço.


   "És meu filho e EU te amo, não compreendes?. EU te escolhi e agora te adotei.Tens o valor maior do que o dos anjos e o preço do mundo. Antes que nasceste, que se formasse no ventre de tua mãe, te ungi e agora és bendito de meus braços. E agora és herdeiro de tudo o que tenho, do meu amor. Filho não tente compreender o meu amor, ele é maior do que tudo que há em todo o universo. Só quero que me reconheças com PAI e mais ainda vou te amar, amar mais que o infinito se somente tu disseres sim e estender a mão. Sei que és pequeno, imperfeito e não mereces nem beijar as minhas pisaduras, mas te aceito mesmo aceito como és e agora és morada minha. Vem para que EU possa te limpar e te fortificar para que tu possas enfrentar o mundo. Te escolhi porque os outros precisam de mim e tu, filho amado, és voz minha na terra. Vá e entregue minhas palavras aos aflitos, cansados, oprimidos, cegos pelo pecado e escravos dele. Só quero que me adores para que EU possa cear com tua família, e que tu possas me conhecer. Sei que não és digno, mas agora és meu filho e eu sararei todas as tuas feridas e te darei comida e um bom descanso e te levantarei todas as vezes que cair. Preciso somente que acredites em mim meu filho, que sou impossível, que sou eterno, que sou maior que os céus, maior que o universo. Não temas, sou contigo todos os dias de tua vida. Não te desanime porque EU te escolhi filho meu. quem diz é o SENHOR dos exércitos."

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Liberdade. O que é?

 É um tema fácil, neah? É...? Sei não... vamos ver. Mas antes de iniciar este post, eu pergunto: o que é liberdade para você? Ela tem limites? (ora, mas se é liberdade). Que tipo de liberdade você segue? Ou para você não existe outros tipos de liberdade, a não ser o seu próprio? E se, de fato, não existisse liberdade? Será?
São muitas questões, não é? Visto que hoje em dia tudo se relaciona (ou se resume) ao que você manda dentro de campo, ou seja, o que você tem econômicamente falando - a maioria das coisas hoje em dia você pode comprar; se é uma casa confortável, ou um bom emprego, ou bom nível de vida, uma linda esposa ou namorada, e vice versa, uma ótima   aparência segundo a sociedade e por aí vai. Eu quero dizer que hoje em dia a maioria de nossos sonhos estão relacionados a nada mais nada menos que "o dinheiro", uma palavrinha que se resume e simplesmente resolve todos os nossos problemas. Será? Ou talvez seja o contrário; em vez de libertar, o dinheiro pode é nos prender mais e mais a ele.
 Lembro de um salmo da bíblia que concorda com essa minha teoria, salmo 119 do 37 em diante. O salmista dizia que para ter uma real liberdade era preciso negar a própria liberdade e entregar-se e prender-se a DEUS. " Mas como assim Marcos? Não seria livre se me prendesse a qualquer coisa que seja". E então por que o apóstolo Paulo se dizia livre por parte de JESUS, e ao mesmo tempo preso por parte de CRISTO, e muitas vezes se chamava escravo por causa do evangelho. Mas ele sempre se achou livre. Então, novamente eu pergunto: o que é liberdade?
 Você é livre ,será? Com toda a certeza posso afirmar que a liberdade existe de várias caras, cada ser humana lhe acha segundo o que lhe convém, que se prender ao SENHOR segundo o que ELE propõe. Porque todos os outros tipos de liberdade que não estão relacionados a DEUS são apenas ilusão, falsas liberdades que quando você percebe (e em grande parte das vezes você não percebe), é a prisão do seu próprio ego que te leva a nenhum outro lugar a não ser o caminho da morte e da ilusão. E que a única forma de ser livre é fazer como o salmista ou Paulo, é prender-se a DEUS. Presos no SENHOR, todos nós somos livres.


 Libertos pelo amor que é DEUS somos realmente felizes, e realmente felizes temos a verdadeira paz, aquela paz que só o amor pode oferecer. Todas as outras coisas não servem mais do que para nos iludir e mentir a verdadeira liberdade que é o amor que é DEUS. alelúia!











ser livre e sem fronteiras é mais do que se libertar ao que prende a nossa decaída, é se prender ao que nos assegura da nossa certeza que nunca iremos cair: DEUS.