sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

E por falar de sentimentos... reticências!

Ouvir uma canção... um poema, uma história de amor, ver um casal na rua mostrando que o amor existe, ver os pássaros nas árvores cantando sobre sua vida, olhar no céu e saber da certeza da paixão como o céu é azul, ler as palavras dela em uma carta que ama você. Como é bom, depois de tanto tempo, sentir aquele friozinho no estômago revirando todo o teu corpo, sentir aquele aperto gostoso no coração e disparando; você perde a noção do que iria falar. Cadê o chão? Foi pra longe quando ela (e) surge de longe. Tudo esvai e nos pensamentos tudo o que você deseja vindo em sua frente. O amor e o sentido da vida tornam-se um só como o céu e as estrelas completos e perfeitos. E agora, do coração ao amor existe somente uma ponte que são ela e ele.
Falo de sentimentos... do aperto na alma quando sentimos que quem nos vai acompanhar pelo resto da vida pra nos ajudar a viver mais e melhor está do nosso lado. São esses os mesmos sentimentos que se não encontramos ainda nos fazem ter a certeza de que algo um dia Deus vai fazer nos completar com alguém que Ele mesmo escolheu.
E por falar de sentimentos, sentimentos são a essência da realidade de relacionamentos...
Eu hoje vi a lua. Ouvi ela me dizer que me ama. E brilhava pra mim. Apaixonei-me pelo seu azul no céu iluminado por ela não mais escuro. Eu cantei para ela versos de amor e palavras de carinho. Agradeci por tê-la conhecido. Não sei se ela vai ser minha um dia, mas vou ficar aqui sentado nessa montanha enquanto ela não volta. Volta logo lua. Minha noite escureceu sem teu brilho. Preciso voltar para casa. O caminho é escuro. Diz que me ama... Volta logo lua de prata azul... preciso que me faças feliz... Realizo meus sentimentos... porque falo de sentimentos...

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Tornar-se criança

 tornar-se criança significa saber que nada nos alegra mais do que agradar o Criador


Jesus disse que ninguém pode entrar no reino dos céus se não se tornar como criança. A imagem que surge na mente dos adultos, quando ouvem esta afirmação de Jesus, é a de pureza infantil, da inocência, da dependência – virtudes que poucos adultos desejam. Assim a conclusão lógica a que qualquer um chegaria é que poucos deles entrarão no reino dos céus.

A infância, para muitos adultos, é apenas uma lembrança – boa para uns, ruim para outros. É raro encontrar um adulto que demonstre interesse, por menos que seja, em ser como uma criança. Os poucos que o demonstram, o fazem por razões românticas, não reais. O interesse do adulto pela inocência ou pureza quase sempre é confusa e infantilizado. É também raro encontrar um adulto que, de fato, queira ser dependente. Pode até querer se converter de suas limitações, mas dificilmente abrirá mão do controle de seu destino.

Ao tomar uma criança como exemplo que entrarão no reino dos céus, Jesus não tem em mente as imaginações românticas que nós, adultos temos da infância. Mesmo porque o reino dos céus não será herdado por adultos infantilizados. Maturidade e crescimento são evidencias esperadas na vida daqueles que seguem Cristo.

Ao tomar uma criança como exemplo, Jesus nos ajuda a corrigir uma compreensão equivocada que temos da virtude da humildade.os discípulos discutiam entre si qual deles seria o maior no reino dos céus – conversa típica de adulto. No meio desta discussão, Jesus toma uma criança e diz que quem se humilhar como ela – este, sim – será o maior no reino dos céus.
 Tornar-se criança não é transformar-se em adulto infantilizado; é aprender o significado da humildade, sem a qual ninguém entrará no reino dos céus. Tornar-se como crianças é reconhecer a condição de filho e de filha.
Ser humilde como criança é reconhecer-se como criatura. A natureza humana frequentemente inverte esta relação. O prazer mais natural de uma criança é agradar seus pais. Humildade é agradar aquele (ou aqueles) a quem amamos. Não se trata de uma virtude que se conquista com atitudes modestas ou com a negação de elogios ela se desenvolve na medida em que cresce em nós a consciência de quem somos diante do criador.
É curioso notar como a fronteira entre a humildade e o orgulho é estreita. Ser elogiado por ter feito algo bom nunca foi um pecado. É legítimo o prazer que sentimos ao agradar alguém a quem amamos. O prazer maior de qualquer cristão será ouvir a voz do Salvador dizer: “Muito bem, servo bom e fiel...” – um elogio que nos encherá de por termos agradado aquele a quem mais amamos. Porém, o elogio pode se transformar em uma fonte de prazer em si mesmo. Neste caso, não se procura agradar a pessoa amada, mas sentir-se valorizado e importante. O pólo é invertido: é a criatura assumindo o lugar do Criador. é neste ponto que o adulto deixa de ser criança e torna-se infantil.
Tornar-se criança significa reconhecer a condição de criatura e saber que nada nos alegra mais do que agradar o Criador. é por isso que Jesus nos ensina a entrar no quarto, fechar a porta, para aprender a orar. Orar em público, faz da oração facilmente um fim. Ouvir elogios dos outros nos faz sentir que somos “bons na oração”, enquanto que orar secretamente no quarto nos leva a experimentar a recompensa que vem de Deus. Aprendemos a orar por causa dele e não por nossa causa. Desejamos agradá-lo e não a nós.

Somente os humildes entrarão no reino dos céus. A verdadeira fé não é fazer grandes coisas em nome de Deus, mas viver de forma a agradá-lo. Não é isto que os pais de uma criança? Tornar-se criança é viver liberto da tirania da vaidade, da busca insana pela autorealização, da necessidade infantil de ser admirado e reconhecido. Tornar-se criança é experimentar a alegria de viver para aquele que nos criou e agradá-lo.








texto de Ricardo Barbosa de sousa. È pastor da igreja Presbiteriana do Planalto e coordenador do Centro Cristão de Estudos, em Brasília. È autor de "Janelas para a vida" e "O caminho do Coração."

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

sempre quando penso...

   Eu penso todos os dias nela. Uma pessoa que nunca vi, nunca toquei, nunca senti o cheiro, nunca olhei em seus olhos. Sei que ela existe em algum lugar do planeta Terra. Converso com ela. Ela me faz rir, me faz sentir bem. E todas as noites peço a Deus toda a felicidade do mundo para ela.

Sabe? Parece bom, mas não é, infelizmente.

As vezes fico pensando se seria bem melhor pra mim não tê-la conhecido, ou evitado me apaixonar. Se assim eu sofreria menos, choraria menos. Não sentiria a dor de ela estar tão longe de mim. Seriam menos lágrimas? Menos pranto? Talvez. Chegou o ponto que eu pensei em mim e vi que estou sofrendo cada dia mais por causa de um amor que todos os dias lembram-me que é impossível. Ao mesmo tempo sinto que se não a tivesse conhecido o mundo seria menos completo. E o meu futuro? Meus planos, minhas metas minhas ganâncias que qualquer um sonha? Penso sim nelas, mas isso me leva a analisar além de tudo isso. E lá está ela, no meu futuro, na minha vida, me completando perfeitamente. Logo percebo que é impossível, ela não existe, não aqui, não comigo e tenho que aceitar. O que eu posso fazer? simplesmente, NADA!

Esperar por ela? Mas vem a incerteza, não depende só de mim. Ela não me ama o bastante para me esperar.

Não sei escrever sobre isso sem lágrimas nos olhos. Não sei pensar nessa situação e ver o quanto fico triste por tudo isso ter acontecido. Essa que é a verdade, não deveria ter acontecido. Eu seria melhor se ela não existisse? Estaria agora bem se pelo menos não tivesse conhecido? Não sei! Só sei que tenho que viver. Ser feliz, dar sorrisos pras pessoas, dizer que estou alegre quando vejo casais abraçados, felizes, dar conselhos quando amigos dizem que estão apaixonados. O pior disso tudo é que posso enganar a todo mundo, a qualquer pessoa, menos a mim mesmo e eu queria tanto, tanto... poder me enganar e ser feliz, nem que seja de mentirinha. É impossível isso.

Sei que não adianta dizer o quanto a amo, o quanto queria tê-la do meu lado e como queria que ela fosse somente minha, porque não posso prometer isso. E o quanto me odeio por isso, me sinto tão impotente, tão inimaginavelmente com raiva por essa impotência, vocês não imaginam o quanto.

Bem, só resta a mim, todos os dias imaginar o tamanho da minha felicidade se ela estivesse do meu lado. Como seria mais que maravilhoso poder beijá-la, amá-la, cumprir todas as promessas que fiz durante todo esse tempo desde que a conheci. Queria ouvir sua voz todos os dias, todas as noites, todas as manhãs... mas quando desejo isso, lembro com lágrimas que é apenas um sonho em que não quero acordar e acordo.

Eu sei, eu sei... não precisa ter pena de mim nem remorso, o que é isso? Não fique assim. Sou apenas um pobre e fraco homem com mais uma dessas histórias de amor como tantas por aí. Não chorem comigo por eu estar assim, isso vai é piorar a situação. Não sinta pena, muito menos remorso. Apenas me leia, me sinto bem melhor quando alguém lê, principalmente de meus sentimentos. Já li que a alma do escritor é a sua caneta e uma história pra contar. Sem isso ele não vive. Bem, tá parecendo muito verdade isso. Obrigado

Eu?? Só posso chorar... e lamentar... e continuar vivendo!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

onde está Deus...

Deus está em todo lugar e ao mesmo tempo, em lugar nenhum. Está no nascimento do primeiro segundo e também no fim da última hora da vida do universo. Deus está entre o nascer e o por do sol, também está no iluminar da lua, no fim da rua escura, está onde começam as estrelas, onde elas terminam. Deus preenche o maior corpo celeste do espaço sideral como também preenche a menor partícula existente. Deus é o sorriso de uma criança carente, a forma de amar de uma mãe, o carinho de um homem pelo seu cão, o cuidado de um pássaro com as crias no ninho. Ele é a primeira letra do alfabeto e está além da última. É a vida e está depois da morte. Está no céu azul infinito e embaixo de nossos pés. Deus é aquela gota de chuva se esparramando no chão do sertão, uma partícula de neve derretendo anunciando a primavera. A folha que nasce, a folha que seca. A flor que surge somente para dar beleza aos que contemplam, é o jardim dessas flores. A eternidade. Deus está no coração de quem sabe amar. Na inocência, na sabedoria, na experiência. Deus está no bem, no fazer bem. Deus é quem preenche o vazio do universo, o espaço vazio que julgamos escuridão. Deus é as nuvens cobrindo as alturas para anunciar dia de chuva, é o espetáculo de estrelas cadentes na noite perfeita. Deus está na voz do passarinho, no grito da baleia, no rugir do leão. Ele está no firmamento, na ordem metafísica da natureza, na desordem comunal e frenética de um furacão ou um tornado. Deus? Deus é o vento, a brisa, o ar. É o que faz o fogo arder e estalar as madeiras. É o que faz a chama brilhar.
Deus é tudo o que imaginamos, mais do que todas as palavras de carinho e louvor que possamos dizer para Ele. Deus é o nosso aquecedor em dia de frio, quem refrigera nas noites mais quentes. Deus está n toque sincero de uma criança recém nascida no rosto do pai coruja. É o abraço. Também está o orgulho de um velho ancião, vivido o bastante para agradecer. Deus é a mão carinhosa enxugando as lágrimas de um rosto sofredor Mais do que a vida eterna, do que a felicidade, do que o tempo, do que a eternidade. Deus é o Pai, o Filho e o Consolador. Deus está dentro dos homens onde lá preenche o vazio sem medidas. Estava na cruz que agora é ponte para uma vida de abundância.
É tudo e o que explica o nada.
Deus está no amor
É amor.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

o homem e Deus

estavam o homem e Deus conversando em um lindo dia.
"o que queres de mim, Senhor?" o homem com o rosto baixo perguntou.
"que sejas meu, pobre pecador" Deus bem rápido deu a resposta.
"o que fazer pra ser teu, meu Senhor?"
"que me ames, só isso!"
"e eu não te amo, Senhor?"
"tu achas que me amas?" Deus, com voz alta, indagou
"pelo menos eu tento, meu Senhor"
"por que ficas tentando e não me amas?" nesse momento Deus o olhou
"impossível, Senhor! Pois sou pecador" ainda de cabeça baixa nem fitou
"és pecador, eu sei, mas não justifica esquecer do amor"
"mas, Senhor..."
"por que me chamas de Senhor se não sabes o que é Amor?"
"eu sei, Senhor, o que é amor" o homem com a voz trêmula quase não falou
"quem me ama conhece o Amor, filho meu..."
"és mesmo o Amor? com dúvidas o homem retalhou
"sim! Vede tudo isso! quem todas estas coisas criou?"
"Tu, meu Senhor!" surpreso levantou os olhos e mirou
"me ame e amarei a ti!" com autoridade disse o Amor
"sim Senhor"
"não importa se és pecador! mesmo na morte cuidarei de ti"

então o homem acordou! refletiu e amou!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Somos àrvores


O que é amor para você? O que significa em sua vida? Qual sua importância para sua vida?

Para mim todas essas perguntas têm a mesma resposta cada uma. É bem simples e ao mesmo tempo um pouco complicado.

Viver neste mundo onde cada dia que passa a pessoas se torna mais individual e preocupada com suas próprias necessidades sem se preocupar com os outros e automaticamente esquecem que o mundo melhora apenas com a ajuda coletiva, ou seja, eu, para que o mundo seja mais digno de viver nele, devo acima de tudo pensar no próximo como penso em mim. Isso se chama reversão de individualidade.

O que significa tudo isso? Significa que “amar” é a única saída para a decadência da humanidade. Mas o amor real, verdadeiro, sincero, sem intenções que não sejam a de amar acima de qualquer interesse. Esse é o significa de amor. Foi por isso que Deus nos mostrou o amor; para que tenhamos um motivo de não aceitar que sejamos mundo de nós mesmos. Ou melhor, quanto mais amor fraternal existir entre as pessoas, menos mal vai existir entre todos. É uma coisa obvia! Você que está lendo, eu tenho quase certeza que sabe de tudo isso que estou falando. Mas é preciso relembrar que cada um de nós é importante para a transformação deste mundo, apesar de sabermos que “jaz, nele, o maligno”. Porém saibamos que temos um Deus que é dono do maior dos dons e esse dom é capaz de derrubar cadeias, independente da capacidade ou tamanho delas.

Jesus, em uma de suas conversas falava de forma simples aos que lhe ouviam. Diziam aos seus discípulos que eles eram como plantadores (ceifeiros) e deveriam plantar nas terras onde não havia plantação. Colher todos os frutos que houverem, porém, esses colhedores serão poucos e a colheita se tornará enfadonha, cansativa. Mas no fim da consumação dos séculos não existirá uma só pessoa que não tenha ouvido sobre Deus, que não tenha sido plantado e colhido.

Ele falou que também somos arvores. Mas árvores vivas, ativas capazes de dar frutos, de dar beleza, mais vida ao redor. Se nós conhecemos o Amor e vivemos nele então tudo que nós precisamos fazer é semear tudo que a humanidade precisa para libertar-se das obras do inimigo. Frutificar é o nosso único objetivo. Fazer discípulos. Mostrar às próximas gerações o poder inefável do Deus uno e inabalável e que sem Ele o mundo perece no esquecimento e na morte eterna.

Um mundo melhor é um mundo de frutos e esses frutos transformados em árvores. Hoje somos árvores e devemos dar bons frutos. Amém.


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

e todas as outras noites, o que acontceu com elas?

Bom... como alguns leitores não gostaram do fim da última história, eu me senti um pouco responsável em mudar este desfecho. O lado bom de ser um escritor. A história mesmo com um fim determinado pode continuar.
Mas eu queria ressaltar que esse é meu papel com criador de histórias; o de despertar a vontade e a curiosidade de ler coisas como essa. E parece que eu consegui. Dei vivas a mim, pelas várias críticas, sugestões e muitos elogios de uma pequenina ficção que até hoje não sei de onde tirei.
Então, vamos à obra. À continuação de “A noite em que as estrelas não brilharam”.

Depois do fim daquela noite continuei conturbado. Não sabia ao certo o que tinha feito. Se tinha sido o certo a se fazer ou errado ou se eu estava apenas em uma fase. Claro, sabia que infelizmente não a amava ao ponto de construir uma história mas, lá no fundo eu gostava tanto de estar ao seu lado, de ouvi-la cantar e contar histórias como só ela sabe. Suas crises, os carinhos que me fazia, quando ela enlouquecia subitamente e me ligava no meio da madrugada pra perguntar se eu tava vendo a lua cheia, e eu só pensava em dormir. Ou quando ela se perdia olhando nos meus olhos, sei lá o quê ela pensava quando se perdia daquele jeito. Eu sinceramente, faria qualquer coisa pra saber o que se passava naquela cabecinha engenhosa. Quando ela balançava o cabelo em cima de mim e eu comia fios e fios de cabelos. Tinha vezes que ríamos de tudo; qualquer besteira, um amigo que falava com sotaque, ou a garota que cantava desafinado, ou alguém que implicava. Em vez de nos frustrar, não, sempre ríamos de forma desnecessárias das situações.
É. Foram 3 anos de alegria. Verdade, ”alegria”. Nunca brigamos. Nem sequer um olhar torto. Nadinha, nadinha.
Foram anos em que eu aprendi a estar do lado de uma mulher. A aprender como ela se comporta, do que gosta, manias. E também se eram realmente totalmente diferente dos homens (bom, depende do ponto de vista, mulher as vezes é um homem disfarçado). E muitas outras coisas. Pensei nela e em cada instante que tivemos juntos.
Depois de todos esses pensamentos. Enquanto a noite desse lugar ao sol que de algum lugar do horizonte surgia espantando o frio quase assassino que me atingia eu pensava em todos esses momentos. Agora é passado. Infelizmente é passado.
Não sei se me arrependi. Mas eu tinha que pensar nela e deixar eu um pouco de lado. Ela não merecia que eu fingisse amá-la. Então essa foi a decisão certa. Mas no fundo, me arrependi com certeza. O certo a fazer era fingir que não me arrependi.
As lágrimas secaram com o sol já a pino beijando minha face, voltei  ser homem. Senti um agrado. Aos poucos foi recuperando minha sanidade. Descobri que tava andando em uma rua pouco movimentada. Depois que tinha de mudar a trajetória para a minha casa. Sabe Deus onde eu estava indo. E aos poucos aqueles turbilhões de pensamentos foram diminuindo. Mas duraram por toda aquela semana com intensidade.
Eu pensava nela, em como ela estava, se sofria como eu, ou pelo menos se se lembrava de mim. Demorei um pouco pra adaptar meus costumes sem aquela garota. Mas o pior de tudo eram os amigos e conhecidos que sempre perguntavam por ela, como ela estava, esse tipo de coisa. No mínimo eu ficava sem jeito, algumas vezes ficava furioso e dava vontade de dizer alguns palavrões. Sofri mais do que imaginei.
Percebi que ela não era só a parte de uma história que vivi. Era um pedaço da vida que teve que passare e se não passasse eu não seguiria em frente. Uma fase obrigatória pra que eu crescesse e fosse algo de valor pra mim mesmo e talvez para outras pessoas. Ela não pode ter sido a mulher da minha vida mas, com certeza eu nunca iria estar pronto pra outra pessoa (mulher da minha vida) quando viesse em um futuro de minha vida.
E todas as outras noites mesmo sem nuvens não tiveram estrelas, só pontos brilhantes, eram os lugares em que estavam as estrelas que catei pra ela se lembrar de mim... toda noite agora olho para o céu que não tem estrelas e lembro das nossas canções. olhando pra cima percebo que isso vai estender por todo o resto da minha vida.
Queria vê-la de novo e dizer obrigado por tudo que foi e fez em  minha vida. Afinal, qual homem madurecido não teve a história mudada pra melhor por uma mulher unicamente inesquecível?


É... nessa segunda parte eu quis tirar a melosidade que tinha na outra em excesso... pra ver no que ia dar. Então, o que você achou...? Se quiser, deixe seu comentário. Deus abençoe.